quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Amizade é outra coisa!


Amizade não é algo que o faz sair do chão e o transporta para lugares que você nunca viu.

O nome disso é avião.

Amizade é outra coisa.



Amizade não é uma coisa que você esconde dentro de si e não mostra para ninguém.

Isso se chama vibrador.

Amizade é outra coisa.



Amizade não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.

O nome disso é bronquite asmática.

Amizade é outra coisa.



Amizade não é uma coisa que chega de repente e o transforma em refém.

Isso se chama seqüestrador.

Amizade é outra coisa.



Amizade não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa.

Isso se chama pombo com diarréia.

Amizade é outra coisa.



Amizade não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender.

Isso se chama cachorro.

Amizade é outra coisa.


Amizade não é uma coisa que lança uma luz sobre ti, te leva pra ver as estrelas e te traz de volta com algo dele dentro de ti.

Isso se chama alienígena.

Amizade é outra coisa.


Amizade não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de você.

Isso se chama controle remoto de TV.

Amizade é outra coisa.


Amizade ?

Amizade é outra coisa!
É amor,
É respeito,
É parceria,
E é muito, muito, simples!

Mais um post no mesmo dia!!!

Hoje foi o dia mais atípico dos últimos tempos. Dias assim nos fazem pensar na vida, no passado, no futuro... Tempo é essencial para o amadurecimento e só nesses dias doidos é que percebemos que o amadurecimento se deu. Pt, saudações.


"Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...


Definitivo - Atribuído a Carlos Drumond de Andrade

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Sorria, meu bem, sorria!


Você já observou quem está a sua volta? Alguns são bem humorados, passam felicidade, contagiam o ambiente e atraem as atenções de todos. Já os sisudos, tornam as coisas mais difíceis, mais pesadas. Entre um e outro – como a noite e o dia, sentimo-nos motivados e depressivos – alegres e infelizes – relaxados e tensos – vívidos e angustiados.

Onde encontram-se as chaves para a felicidade? Nas pessoas que nos cercam ou dentro de nós? Nos planos e projetos – na saúde e trabalho – nos esportes e lazer? Sabemos que algumas pessoas vivem mais que outras, mas, que segredinho é este?

Após analisar uma amostra superior a 1.500 pessoas, inclino-me a afirmar que as pessoas mais bem humoradas polarizam os meios, fazendo com que pequenas e grandes decisões, empresariais e políticas, girem a sua volta. São seres como pólos energéticos, como ímãs.

Através dos recentes avanços da bioeletrografia, constatamos o entrecruzamento das energias humanas, também, de infinitas trocas energéticas entre os seres e os objetos.

Existem campos de energia com maior e menor “quantum” de irradiação, - o que provocam mudanças nos limiares de outros seres e mesmo objetos. A energia é uma realidade inquestionável, ela existe em tudo e também nos seres. Cada célula humana armazena entre 40 e 90 mini-voltz.

Os bem humorados tem uma maior capacidade de armazenamento de energia e suportam melhor as tensões.

Todo os processos psiconeuro e biofisiológicos, mecânicos e extra-corpóreos, sociais, são dependentes de energia.

Em todos os momentos, trocas ocorrem, modificando os limiares dos objetos e pessoas sob o nosso raio bioeletromagnético. Quem já não passou frente a um aparelho de televisão, rádio, ou mesmo ao pentear-se, e notou a existência e presença da energia? Nas 1.500 pessoas analisadas, aquelas que tinham um maior senso de humor, energeticamente, polarizavam seus pares. Uma significativa redução nos níveis de estresse – muitos pacientes que queixavam-se de algum tipo de dor, frente ao riso, tinham suas dores minimizadas.

Alguns efeitos do riso sobre o organismo:

- O hormônio do estresse, que é produzido pelas glândulas suprarenais são reduzidos.

- Com o riso, suas lágrimas passam a ter mais imunoglobulinas, um anticorpo que é a sua primeira linha de defesa contra algumas infecções oculares provocadas por vírus e bactérias.

- Sua boca também passa a ter mais imunoglobunina, resultando em uma melhor função imunológica.

- O riso acelera a recuperação de convalescentes e é eficaz no combate a dor.

- O poder do riso, de ativar a produção de endorfinas, é tão eficiente quanto a acupuntura, o relaxamento, a meditação, os exercícios físicos e a hipnose.

- O nível de cortisol aumenta de forma nociva durante o estresse, diminuindo significativamente com o riso.

- A pressão sanguínea aumenta durante o riso e cai abaixo dos níveis de repouso depois.

- Há uma redução da tensão muscular depois do riso. Um dos principais fatores que contribui para as doenças ocupacionais, como a Dort – Distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho, é o excesso de tensão muscular.

- O ar é expelido em grande velocidade de sus pulmões e de seu corpo quando você dá uma boa gargalhada. Seu corpo todo é oxigenado – inclusive o cérebro. Este fenômeno contribui tanto para que você pense com clareza quanto para uma boa forma aeróbica.

- O riso possui um efeito antiinflamatório em suas juntas e ossos que contribui para reduzir a inflamação e aliviar a dor em condições artríticas.

- Durante o estresse, a glândula supra-renal libera corticosteróides que são convertidos em cortisol na corrente sanguínea. Níveis elevados de cortisol têm um efeito imunossupressivo – o riso reduz os níveis de cortisol, protegendo nosso sistema imunológico – o estresse é o elo entre a pressão alta, a tensão muscular, o sistema imunológico enfraquecido, enfarto, diabetes e muitas outras doenças.

(Vencer, Dez/01, p. 50).

Lei de Murphy para mulheres

Homens legais são feios.
Homens bonitos não são legais.
Homens bonitos e legais são gays.
Homens bonitos, legais e heteros estão casados.
Homens não tão bonitos mas legais não têm dinheiro.
Homens não tão bonitos mas legais e com dinheiro acham que estamos atrás do dinheiro.
Homens bonitos e sem dinheiro estão de olho no nosso dinheiro.
Homens bonitos, não tão legais e razoavelmente heteros não acham que somos bonitas o bastante.
Homens que nos acham bonitas, que são razoavelmente legais e têm dinheiro são uns galinhas.
Homens que são razoavelmente bonitos, razoavelmente legais e têm algum dinheiro são tímidos e nunca tomam a iniciativa.
Homens que nunca tomam a iniciativa perdem o interesse automaticamente quando nós tomamos a iniciativa...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Florbela Espanca


Depressão

Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste. Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão psiquiátrica e a depressão normal seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo. O clima de uma região ordena como ela prossegue ao longo do ano por anos a fio. O tempo é a pequena variação que ocorre para o clima da região em questão. O clima tropical exclui incidência de neve. O clima polar exclui dias propícios a banho de sol. Nos climas tropical e polar haverá dias mais quentes, mais frios, mais calmos ou com tempestades, mas tudo dentro de uma determinada faixa de variação. O clima é o estado de humor e o tempo as variações que existem dentro dessa faixa. O paciente deprimido terá dias melhores ou piores assim como o não deprimido. Ambos terão suas tormentas e dias ensolarados, mas as tormentas de um, não se comparam às tormentas do outro, nem os dias de sol de um, se comparam com os dias de sol do outro. Existem semelhanças, mas a manifestação final é muito diferente. Uma pessoa no clima tropical ao ver uma foto de um dia de sol no pólo sul tem a impressão de que estava quente e que até se poderia tirar a roupa para se bronzear. Este tipo de engano é o mesmo que uma pessoa comete ao comparar as suas fases de baixo astral com a depressão psiquiátrica de um amigo. Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.

retirado de www.psicosite.com.br

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Espiritualidade.

Recebi um ppt com essa crônica de Maitê Proença e achei simplesmente fantástica. Aos crédulos e incrédulos...

(Publicado na Revista Época, número 286 - 10 de novembro de 2003 – Ed. Globo)
Eu acredito em Deus. Acredito pra caramba! Meus pais eram ateus convictos, do tipo que acha ingênuo quem crê no que a lógica não explica. Mesmo assim aos 5 anos, por praticidade, me enfiaram numa escola de freiras onde vivi meus primeiros conflitos, digamos, existenciais. Falava-se em pecado o tempo todo e eu passei a andar obcecada pelo chão tentando não matar formigas, já que matar era pecado e eu não podia imaginar nada tão mortífero quanto meu próprio pé, ou tão matável quando aquelas criaturas em quem até então eu só havia pensado para esmagá-las se me picassem. Além disso o mundo ia fazer primeira comunhão e lá em casa ninguém falava no assunto. Quando perguntei a minha mãe se Deus existia, ela disse: "É igual papai-noel, existe pra quem acredita nele". Ela sabia que eu já não acreditava. Por fim, não deu certo a experiência com as freiras, me trocaram de escola e por uns bons anos fiquei livre daquelas questões.
Aí minha mãe morreu, meu pai pirou e eu fui parar num pensionato pra filhos de missionários americanos e luteranos. Ali, rezava-se pra acordar, pra dormir, pra comer e pra louvar ao final de cada dia com cânticos espirituais. As coisas eram certas ou muito erradas e não havia meio-termo. O bom senso não servia pra nada e o que valia era a palavra de Deus segundo a interpretação que aquela gente fazia da Bíblia. Bom, eu vinha de uma casa onde as pessoas filosofavam a vida e onde o pensamento era a maior diversão, então demorou um pouco pra eu conseguir aceitar o maniqueísmo que ditava as regras de minha nova moradia. Mas o mar não estava pra peixe, e aquela gente religiosa tinha o coração puro e bom. Eles tinham amor pra dar e eu uma cratera de carências pra preencher. Nessa união justa, Deus entrou na minha vida pela primeira vez. Entrou, claro, pela vala do amor e me encheu de conforto. A cabeça viciada na lógica pensava: "Se eu nunca tivesse visto a cor azul não saberia imaginá-la, então se Deus não existisse, a imaginação do homem não o teria concebido." Assim, li a Bíblia toda, o velho e o novo, e de resto sintonizei no amor divino e deixei rolar. A primeira vez que me aconteceu uma experiência transcendental eu tinha 14 anos. Estava deitada no chão, à toa, e sem mais nem menos meu espírito se descolou do meu corpo. Não, eu não tinha fumado nada e também não estava em estado elevado de consciência, rezando ou coisa assim. Estava ali de bobeira mesmo, quando uma sensação de sublime leveza me arrebatou pra fora do corpo deitado, que meu outro ser, suspenso, passou a observar. Eu ia subindo acompanhada por seres cuja forma eu não via, mas sentia, e o chão, o campo, o quarteirão, minha cidade foram se mostrando cada vez mais distantes e sem cor. Tudo parecia preto e branco. Então o mundo com meu corpo ali era cinza e sem graça, mas dentro do meu ser etéreo e cada vez mais distante havia uma festa de soberana harmonia. Eu era dona de uma paz magnífica! Não sei dizer por quanto tempo meu espírito ficou em êxtase, pode ter durado 30 minutos ou uma hora, mas guardo até hoje a sensação e acho que por causa dela não tenho medo da morte. Naquela época fiquei uns três anos envolvida com coisas de Deus, e aí, não sei bem por que, larguei mão por um tempo. Mas não totalmente.
Sempre viajei muito e em cada cultura buscava os locais e templos sagrados. Na maioria, independentemente da corrente religiosa, senti a presença de Deus. Às vezes, quando era muito forte, passava horas tentando sintonizar a forma de louvor local, para então me abastecer de luz. Aliás, Ele não liga, sabe, se a gente quer chamá-lo de Buda, Iemanjá, Maomé ou Jesus. Ele não liga nem se a gente deixar de chamá-lo por um tempo. Ele é dono do infinito e não tem pressa. Mas então retomando, há 15 anos voltei a ter uma prática religiosa diária e pessoal, hoje devotada à face feminina de Deus, sendo Nossa Senhora o ponto alto de meu altar. De lá pra cá os fenômenos foram muitos. Não vou descrevê-los porque você vai achar que eu estou doidinha. Mas o fato é que na minha vida essas coisas acontecem. Se não ocorrer o mesmo com você, amigo, não quer dizer que eu tenha um botão a menos, apenas que me abri para uma experiência a mais.
E tem mais uma coisa, que é o seguinte: "Eu acredito que o Senna, nosso ídolo, viu mesmo Deus naquela curva em Mônaco (2). Ele estava num estado especial de concentração e aconteceu. Não tinha por que se expor ao ridículo, dando a cara a bater para um bando de céticos, se não houvesse de fato visto o que viu. Você não viu, mas ele viu, oras." Copérnico afirmou que a Terra era redonda e girava em torno do Sol. Foi chamado de maluco, hoje sabemos que não era. O Dhomini diz que ganhou o Big Brother porque estava com seu ponto firmado na oração de otimismo que recebeu de seu mestre. Tereza D´Ávilla em êxtase levitava contra a própria vontade, tamanha a força de seu louvor, e na Índia, onde não se questiona o sagrado, essas coisas são corriqueiras. Elas acontecem. Acontecem na pausa. Acontecem na hora do silêncio, entre uma respiração e outra. Acontecem simplesmente. Talvez estejam pra acontecer pra você. Sshhhhh... - Maitê Proença -

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Dalai Lama


Shakespeare

"O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam. Mas, para os que amam, o tempo é eternidade..."

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

P.S: Eu te amo

Amei... tão bonito e tão triste...



Holly Kennedy (Hilary Swank) é uma jovem bonita, feliz e realizada. Casou-se com o homem de sua vida, o divertido e apaixonado Gerry (Gerard Butler). Mas ele fica doente e morre, deixando Holly em estado de choque. Antes de falecer, Gerry deixa para a esposa uma série de cartas. Mensagens que surgem de forma surpreendente, sempre assinadas da mesma forma: "P.S. I Love You". A mãe de Holly (Kathy Bates) e as melhores amigas dela, Sharon (Gina Gershom) e Denise (Lisa Kundrow), estão preocupadas porque as cartas mantém a jovem presa ao passado. Mas o fato é que as cartas estão ajudando a aliviar sua dor e guiá-la a uma nova vida.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Receita de ano novo


Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,

Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido)

para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,

mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;

novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo,

espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,

mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha,

você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,

não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?)

Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas

nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro

as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa,

justiça entre os homens e as nações,

liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,

direitos respeitados,

começando pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,

você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,

eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

Carlos Drumond de Andrade.